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Espaços Culturais

Os esforços desenvolvidos, em cooperação, pelo Estado e as autarquias locais, permitiram, durante o último quartel do século XX, colmatar graves lacunas que se detectavam na disponibilidade e qualidade dos equipamentos culturais colectivos do Algarve.

Assim, a nível de Arquivos foram construídas novas e modernas instalações para o Arquivo Distrital de Faro que permitiu que este equipamento pudesse melhor corresponder à preservação do património arquivístico regional, constituindo hoje um indispensável instrumento de investigação e pesquisa histórica, a que não foi alheia uma maior integração funcional resultante da criação e actividade do Instituto Português de Arquivos.

A nível de bibliotecas, o programa de criação da Rede Nacional das Bibliotecas Públicas, promovido pelo Instituto Português do livro e das Bibliotecas em conjunto com as autarquias locais, permitiu alterar profundamente o quadro existente no País, com a construção de novas e bem apetrechadas instalações, processo que continua em curso, designadamente no Algarve, com reflexos evidentes no aumento do interesse, das mais diversas camadas de público, pela leitura.

O Algarve possui um largo conjunto de museus e núcleos museológicos cuja visita é importante para o conhecimento da sua herança cultural, embora haja ainda um longo caminho a percorrer na valorização e qualificação de alguns deles, quer no que respeita aos espaços, quer aos equipamentos, bem como a nível da formação e disponibilização do pessoal, designadamente através de uma activa participação nos eixos de informação, formação e qualificação que resultarão da sua integração na Rede Portuguesa de Museus.

Apesar dos esforços realizados no passado, o Algarve não dispõe ainda de uma rede de salas de espectáculo que permita a realização, em muitos concelhos, de manifestações artísticas envolvendo um maior número de intérpretes, embora esteja prevista a sua construção no âmbito da Rede de Recintos Culturais, projecto que está ser concretizado com o apoio das autarquias locais.

As Galerias de Arte resultam sobretudo quer da iniciativa das autarquias, quer da iniciativa privada o que tem permitido o desenvolvimento de uma significativa actividade de realização de exposições.