Junto às casas do Vidigal Velho, e a ajuizar pelas lajes de xisto que se encontram à superfície do terreno, a sul da estrada para a Pereira, na área dos prédios 147 J e 152 J, localizou José Formosinho em 1933 um novo agrupamento de túmulos, com dois sepulcros identificados. Os registos mostram dois tholoi com corredor ortostático e que não forneceram qualquer espólio.
Alcalar 12 é um tholos, que Formosinho designou como «túmulo nº 9». O sepulcro «achava-se muito desmantelado e completamente revolvido», apresentando ainda seis lajes do lado direito e cinco lajes do lado esquerdo do corredor, com cerca de 4,6 m de comprimento. Entre a segunda e a terceira laje do lado direito, um monólito parece estrangular a passagem, ao modo de jamba, dividindo em dois tramos o corredor, sobre o qual subsistem três lintéis da cobertura. Duas jambas assinalam a boca da cripta, e é dos seus flancos que parece arrancar o muro de traçado circular, com 2,3 m de diâmetro, construído em alvenaria e que se eleva, aparentemente sem curvatura, a cerca de 1,5 m de altura, faltando toda a parte superior.
Alcalar 13 é um tholos, que Formosinho designou como «túmulo nº 10». Nem sequer chegou a ser explorado, pois achou-se «completamente destroçado». A sua forma era ainda porém identificável, e como tal foi registada: um corredor ainda com quase 4 m de que se conservava praticamente todo o lado esquerdo – um total de cinco esteios –, um esteio ainda in situ do lado direito e, aparentemente, um batente do lado esquerdo, estrangulando a passagem junto ao limite distal do quarto esteio; dois monólitos demarcando a boca da cripta; e uma cripta de traçado circular, com mais de 2 m de diâmetro e muro construído em alvenaria elevando-se, aparentemente também sem curvatura, a cerca de 1,4 m de altura, faltando toda a parte superior.