• Estação Romana da Quinta da Abicada

    Estação Romana da Quinta da Abicada

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

  • Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

    Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

  • Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

    Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

  • Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

    Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

  • Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

    Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

  • Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

    Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

  • Torreões do Castelo de Loulé

    Torreões do Castelo de Loulé

  • Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

    Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

  • Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

    Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

  • Castelo de Paderne

    Castelo de Paderne

  • Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

    Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

  • Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

    Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

  • Fortaleza e Promontório de Sagres

    Fortaleza e Promontório de Sagres

  • Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

    Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

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Meus Monstros MarinhosMeus Monstros Marinhos

“Meus Monstros Marinhos”, projeto de dança/performance direcionado para o público escolar e famílias será apresentado na Fortaleza de Sagres no próximo dia 6 de novembro, pelas 10h30.

Espetáculo interativo que aborda temas científicos, num cruzamento disciplinar entre a expressão artística, a dança e a ciência e tem como tema central as viagens marítimas dos portugueses, envolvendo a história, a geografia, o meio marinho e a interface terra/mar.

Inspirada na obra da investigadora Cristina de Brito, New Science from Old News “Meus Monstros Marinhos” é uma peça de dança contemporânea, onde as profundezas dos oceanos se confundem com a imensidão da imaginação humana. A partir deste livro, numa adaptação para crianças, o objeto principal é a produção e receção de conhecimento sobre “monstros marinhos” no Atlântico moderno.

“Meus Monstros Marinhos” é um projeto da Associação Cultural Dancenema integrado no DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos, programa cultural organizado pela Direção Regional de Cultura do Algarve.

Contactos:

Direção Regional de Cultura do Algarve

geral@cultalg.gov.pt

Telef. 289 896070

Fortaleza de Sagres

Fortaleza.sagres@cultalg.gov.pt

Telef. 282 620140

José Sarmento de MatosNOTA DE PESAR

A Ministra da Cultura, Graça Fonseca, lamenta profundamente a morte de José Sarmento de Matos.

José Sarmento de Matos especializou-se em História da Arte depois de ter trabalhado na Direção-Geral dos Assuntos Culturais/Direção-Geral do Património Cultural. Dedicou grande parte da sua obra à cidade de Lisboa, aos seus bairros e edifícios e às suas gentes, construindo com os seus textos uma paisagem orgânica e habitada, uma urbe que, como o historiador gostava de dizer, nunca é um gesto isolado.

Dedicou à olisipografia a parte maior da sua obra, tanto na sua colaboração com a imprensa escrita, como nos seus livros, com especial destaque para os dois volumes d’ “A Invenção de Lisboa” (2008/2009), um relato em que o ficcional e o histórico se fundem para construir uma arquitetura íntima da sua cidade.

José Sarmento de Matos fica também ligado a um dos momentos mais significativos da história recente da cidade de Lisboa, a Expo 98, tendo participado ativamente no desenvolvimento dos primeiros esboços desta exposição mundial, juntamente com António Mega Ferreira e Vasco Graça Moura. Esta participação permitiu também que ficasse ligado à toponímia e à paisagem da cidade que escolheu como sua disciplina, tendo dado o nome às ruas do Parque das Nações.

À Família e Amigos enviam-se sentidas condolências.

28 outubro, 2018

Grafonola Voadora e Napoleão MiraGrafonola Voadora e Napoleão Mira

A Ermida de Nª Sra de Guadalupe (Raposeira / Vila do Bispo) irá receber a performance interdisciplinar “Grafonola Voadora e Napoleão Mira” no dia 3 de novembro, pelas 17 horas.

Grafonola Voadora, junta em “palco”, o cantautor Luís Galrito, que explorará a musicalidade dos quadros visuais, o artista visual João Espada, que deambulará, de forma poética, simbólica e visual, pelos lugares, gentes e paisagens do património material e imaterial, e o escritor, poeta e declamador Napoleão Mira que fará parte desta performance com a declamação de textos originais.

Esta performance insere-se em primeiro lugar, na necessidade de criar um conteúdo experimental audiovisual na qual subsiste um diálogo permanente entre a imagem, a música, a palavra e o espaço físico envolvente.

O trio propõe-se a reconstruir uma geografia afectiva, simbólica, visual e musical de quadros visuais referentes à Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe. Viajando visualmente e musicalmente por espaços urbanos, rurais e marítimos em busca de ambientes naturais e culturais ligados ao património material e imaterial ligados a este lugar.

Ideia Original de João Espada

“Grafonola Voadora e Napoleão Mira” é um projeto da Casa da Cultura de Loulé para o DiVaM 2018 – Dinamização e Valorização dos Monumentos - programa cultural organizado pela Direção Regional de Cultura do Algarve.
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Contactos:

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Gérald Bloncourt.NOTA DE PESAR

A Ministra da Cultura, Graça Fonseca, lamenta a morte do fotojornalista Gérald Bloncourt.

Nascido no Haiti em 1926, o percurso do fotógrafo Gérald Bloncourt está ligado ao imaginário coletivo da imigração portuguesa em França. Foi através do seu olhar que pudemos, todos, conhecer e admitir as duras condições de vida de gerações que a ditadura obrigou a partir e que procuravam na periferia parisiense melhores condições de vida. Através de um gesto marcado pela objetividade, como é o dos grandes fotógrafos, contou a história silenciada, envergonhada e escondida de um país fechado sobre si próprio.

A relação de Gérald Bloncourt com Portugal acompanhou não só os “bidonville” portugueses, como também o percurso de imigração, a salto, e o Portugal pré e pós-revolução. Fotógrafo comprometido, militante humanista e poeta do quotidiano, dono de uma sensibilidade que incomodava pela franqueza, Bloncourt acompanhou, entre 1954 e 1974, as gerações de portugueses que fugiam de um país em ditadura.

Com as célebres fotografias do “bidonville” de Champigny-sur-Marne, nos arredores de Paris, e dos bairros da cintura industrial da capital francesa, Bloncourt assinou um capítulo da história de Portugal.

Agraciado em 2016 com a Ordem do Infante Dom Henrique pelo Presidente da República, as suas fotografias foram objeto de várias exposições, nomeadamente, na Cité Nationale de l’Histoire de l’Immigration, em Paris, no Museu das Migrações e das Comunidades, em Fafe, ou no Museu Coleção Berardo, em Lisboa.

À Família e Amigos enviam-se sentidas condolências.

29 outubro, 2018

Linhas Cruzadas

“LINHAS CRUZADAS” - Fio da memória #3Construir

“Uma linha do tempo sobre o território, o espaço habitado, a arquitectura”

A Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe (Raposeira/ Vila do Bispo) irá receber o terceiro momento do projeto Linhas Cruzadas - Fio da memória #3 Construir - uma co-criação de Susana de Medeiros e Conceição Gonçalves- no sábado, dia 27 de outubro, pelas 10h30.

Partindo de uma seleção de plantas de edifícios públicos e monumentos do Algarve, resultante de um trabalho prévio de pesquisa, iremos convidar o público a transformar estes desenhos, que são uma construção abstrata do espaço habitado e vivido com os sentidos, numa escultura.

Com a participação da artista plástica Susana de Medeiros e da arquitecta Raquel Morais, haverá uma conversa sobre a utilização da cana na arquitectura vernácula, nas hortas e em objetos do quotidiano (do mundo rural). Em seguida os participantes serão convidados a criar uma escultura (podemos também falar de um desenho tridimensional) – feita com canas, fios e cordas - que depois de terminada será pendurada numa estrutura maior passando a fazer parte integrante de uma escultura colectiva.

Linhas Cruzadas é um projeto da Tertúlia Associação Sócio – Cultural de Aljezur e que integra o DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – programa cultural organizado pela Direção Regional de Cultura do Algarve

Os participantes devem trazer roupa confortável, chapéu e pequeno lanche para piquenique.

A atividade tem a duração de cerca de 3 h30.

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“DO SABER AO CRIAR”

Experiências tecnoromanas na Villa de Milreu

 

ÚLTIMA HORA

A actividade do “DO SABER AO CRIAR” - Experiências tecnoromanas na Villa de Milreu, prevista para amanhã, dia 20 de outubro, nas Ruínas Romanas de Milreu foi CANCELADA por motivos de ordem climatérica.

Brevemente será anunciada nova data para a sua realização.

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As experiências romanas regressam com o projeto “DO SABER AO CRIAR – Experiências tecnoromanas na Villa de Milreu” nos dias 19 e 20 de outubro,

“Do Saber ao Criar” é um projeto do Centro Ciência Viva do Algarve que pretende dar oportunidade de experimentar os processos de produção, construção e criação do período romano, através de várias oficinas e actividades:

“Defumadouros e fragâncias” - Oficina de olaria para a construção de defumadouros e mostra de ervas utilizadas para perfumar ambientes. Cada participante levará consigo a peça que criou nesta oficina.

“ Técnicas de representação gráfica do período romano ” - Como o domínio destas técnicas concederam aos romanos importantes vantagens, inclusive do ponto de vista militar.

“A Geologia romana de Milreu” - Análise das rochas utilizadas nas edificações romanas da região e sua identificação através de testes físico químicos.

“A paisagem romana de Milreu” - Apresentação de algumas práticas de planeamento paisagístico característicos do período romano. Os participantes serão convidados a criarem um modelo do seu canteiro romano.

“Merellus” - Fase final da competição inter escolas promovida pela rede de Museus do Algarve do “1º torneio do jogo do moinho”, um jogo infantil/juvenil típico do período romano ( a acontecer no dia 19 de outubro)

“Tabernae” - Mostra de produtos regionais típicos e/ou contemporâneos produzidos a partir de recursos naturais locais (a acontecer no dia 20 de Outubro).

O programa de dia 19 (sexta feira) será destinado ao público escolar e decorre das 10h às 13 h e das 14h00 às 17h e o programa de dia 20 (sábado) será dirigido ao público em geral e decorre das 15h às 17 horas.

O projeto conta ainda com o apoio das seguintes entidades: Universidade do Algarve, Requinte Turquesa – Eventos & Serviços, A Barroca, produtos culturais e turísticos e A Canastra, mercearia especializada.

Do "SABER AO CRIAR" é uma iniciativa integrada no DiVaM 2018 – Dinamização e Valorização dos Monumentos – programa cultural organizado pela Direção Regional de Cultura do Algarve.

 

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As Desfiadoras“AS DESFIADORAS”

desfiam o fio da memória na Ermida de Nª Sra de Guadalupe

A performance “As Desfiadoras” terá lugar na Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe, no próximo dia 13 de outubro, pelas 17 horas.

Através da história deste lugar, três moiras convidam, entre contos, cantos e poesia, o público a questionar-se sobre a importância da História, da Cultura, bem como da sua responsabilidade na caminhada humana, perante o seu percurso pessoal. Um espetáculo com uma componente estética simbólica, onde um fio, em constante movimento, entrelaça-se nas mãos das moiras e do público, criando uma teia onde todos se vêm envolvidos.

Autoria e Encenação: Ana Machado e Carla Moreira.

Pesquisa Histórica: Carla Vieira

Cenografia e Guarda roupa: Célia Correia

Contadoras: Ana Machado, Carla Moreira e Joana Espiñal.

Sonoplastia: Pedro Guerreiro.

“As Desfiadoras” é um projeto promovido pela Teia D´Impulsos – Associacao Social, Cultural e Desportiva integrado no DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – programa cultural da Direção Regional de Cultura do Algarve.

 

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Fortaleza de Sagres

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Nova Escola de SagresNOVA ESCOLA DE SAGRES

O projeto NOVA ESCOLA DE SAGRES, organizado pelo Centro Ciência Viva de Lagos regressa à Fortaleza de Sagres, no próximo dia 9 de outubro, com um programa especialmente direcionado para as Escolas da Região mas aberto a todos os participantes.

A implementação do projeto Nova Escola de Sagres ambiciona reunir na Fortaleza de Sagres diversas áreas do saber científico e do saber prático, do passado ao atual, como justificação conceptual na dinamização de atividades relacionadas com as Artes de Navegar, a História e o Conhecimento.

Nesta edição do programa DiVaM cujo tema é “Património, que Futuro?”, este será antecipado através das mais recentes tecnologias e ao mesmo tempo a história e o passado serão preservados. O futuro faz-se também com a nossa História, quer a mais recente, quer a mais longínqua.

O projeto propõe a todos os participantes várias atividade (a decorrer das 10 horas às 13horas e das 14h30 às 18 horas) que vão desde a construção de uma Caravela Modular com 10 metros de comprimento, o manuseamento de instrumentos de navegação, mapas e cartas, relógios de sole coleções como forma de preservar o Futuro, exploração de hologramas, exploração de vídeos em realidade virtual, compreender a modelação 3D, aprender um pouco de robótica e programação em ambiente de oficinas, entre muitas outras coisas.

NOVA Escola de Sagres é uma iniciativa organizada pelo Centro Ciência Viva de Lagos para o DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – programa cultural organizado pela Direção Regional de Cultura do Algarve e conta ainda com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Bispo.

Projeto integrado no AEPC- Ano Europeu do Património Cultural.

 

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“Património… um Pass(ad)o para o Futuro”

“Património…um Pass(ad)o para o Futuro”

O Castelo de Paderne irá acolher o projeto “Património…Um Pass(ad)o para o Futuro” no próximo dia 6 de outubro pelas 16 horas.

O projeto consiste numa recriação/adaptação de poemas de Al-Mu’tamid, Ibn Ammar, Ibn Sâra e outros, mas numa linguagem e construção linguística moderna, acessível à atual convivência e diálogos do mundo contemporâneo. A apresentação destes textos poéticos do período islâmico será pontuada por apresentações musicais combinando as percussões árabes com o acordeão que, em sintonia, fazem uso de temas da época para os desarrumar e adaptar com formas e conteúdos musicais modernos, numa linguagem sonora inovadora.

Deste modo, a apresentação poético -musical fará um percurso pela história do Castelo de Paderne, desde o período islâmico até à modernidade. Este traço contemporâneo permitirá envolver ouvintes e espectadores, com realidades abertas à diversidade e ao encontro de cultural.

Pretende-se cuidar da herança e da memória, colocando em destaque o diálogo entre a tradição e o progresso e utilizando a linguagem oral e musical que é acessível a qualquer público.

“Património…um Pass(ad)o para o Futuro” conta com Ana Cristina Oliveira (poesia), António Gamboias (poesia), Gonçalo Pescada (acordeão) e Rui Afonso (percussões).

Projeto da Associação Cultural Música XXI integrado no DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – programa cultural da Direção Regional de Cultura do Algarve.

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DIA INTERNACIONAL DE MÚSICA

1 de outubro

5 music rightas

 

EXPERIÊNCIA DE ESGRAFITOExperiência de Esgrafito em Milreu

No dia 2 de Outubro, irá decorrer entre as 10h e as 17h, nas Ruínas Romanas de Milreu, a oficina, «Composições geométricas em esgrafito», integrada no programa de oficinas “Milreu e as Artes da Cal”.

O esgrafito é uma das mais conhecidas técnicas tradicionais ligadas às artes da cal. Consiste na sobreposição de duas camadas de estuque colorido, na última das quais se aplica um desenho, que depois é parcialmente raspado (esgrafitado) até à primeira camada, construindo um jogo de cores e volumes.
Os participantes terão a oportunidade de criar um painel decorativo inspirado nos elementos dos mosaicos romanos de Milreu.

Esta actividade destina-se aos utentes da ASMAL – Associação de Saúde Mental do Algarve, que irão usufruir de um momento diferente, desafiante e criativo neste espaço emblemático.

Esta actividade é orientada por Susana Calado Martins e Marco Santos, da QRER – Cooperativa para o Desenvolvimento dos Territórios de Baixa Densidade.

Esta experiência de Esgrafito em Milreu é uma actividade do programa DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos, dinamizado pela Direção Regional de Cultura do Algarve.

Contactos:

Direção Regional de Cultura do Algarve

geral@cultalg.gov.pt

Telef. 289 896070

ASMAL – Fórum Sócio-Ocupacional de Faro

forum@asmal.org.pt

Telef. 289 825 858

Cooperativa QRER
Tlm: (+351) 96 015 22 22
http://www.qrer.eu/

Paco Gomez ToscanoNOTA DE PESAR

Faleceu no passado 24 de Setembro o Professor Doutor Francisco Gómez Toscano, docente jubilado da Universidade de Huelva (Espanha).

Era um apaixonado por Portugal, em particular pelo Algarve e pelo Baixo Alentejo, amigo de muitos arqueólogos com quem partilhou pesquisas e informação, sempre momentos de agradável convívio. Investigador incansável, com um interesse muito especial pelas problemáticas da Idade do Bronze Final e dos Fenícios, no sudoeste da península ibérica e no Mediterrâneo oriental, onde realizou escavações e estudos de materiais fulcrais para o entendimento do povoamento destas regiões.

Pertenceu ao grupo de académicos da Universidade do Algarve e da Universidade de Huelva que impulsionaram a criação dos Encontros de Arqueologia do Sudoeste Peninsular, em 1993, que vai este ano realizar a sua X edição.

À Família enviamos sentidas condolências.

Pela Direcção Regional de Cultura do Algarve,

Alexandra Rodrigues Gonçalves

Helena AlmeidaNOTA DE PESAR

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, lamenta profundamente a morte de Helena Almeida.

Consagrada artista plástica, nacional e internacionalmente, Helena Almeida contactou desde cedo com o universo artístico. Estudou Pintura na Escola Superior de Belas Artes, em Lisboa, foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris e, em 1967, fez a sua primeira exposição individual de pintura na Galeria Buchholz.

A sua reflexão sobre o suporte da arte é já visível nesta primeira exposição, gesto que se prolongou ao longo dos mais de 50 anos de carreira artística. Helena Almeida soube romper com os limites físicos da pintura, confinada à tela, emprestando-lhe uma densidade que transgredia as fronteiras rígidas desse espaço altamente simbólico.

A singularidade do seu olhar sobre a criação e o processo artístico sustenta-se ainda num comprometimento direto com o seu próprio corpo, exposto na dupla condição biográfica e ficcional. De certo modo, na sua relação com o corpo, Helena Almeida fixava também um olhar sobre a mulher através da história da arte, e em particular na história da arte portuguesa, procurando inscrever uma memória que antecedia e prolongava o que nela escolhia fixar.

O uso da fotografia, que se tornou o centro da sua expressão artística a partir dos anos 1990, vincará ainda uma preocupação com a passagem do tempo, expressa num trabalho onde o corpo passa a ser a primeira tela a ser habitada. Os vários processos de apagamento e descoberta a que sujeitava a tela e a imagem nela impressa, ampliam uma visão sobre o objeto artístico enquanto obra em contínuo processo de construção.

Presente nas mais importantes coleções públicas e privadas, o seu trabalho nunca deixou de ser estudado, exposto e considerado com um dos mais importantes do século XX português, assim provam as várias exposições antológicas em Santiago de Compostela e Nova Iorque (2000), Madrid (2008) ou Paris (2016). A pertinência e atualidade do seu trabalho provam-se ainda pela recente inauguração em Madrid, na Galeria Helga de Averlar, e em Londres, na Tate Modern. Também o Centro Cultural de Belém e a Fundação de Serralves dedicaram importantes exposições a uma artista que representou Portugal na Bienal de São Paulo (1979), na Bienal de Veneza (1982 e 2004) e na Bienal de Sidney (2004).

À Família enviam-se sentidas condolências.

26 de setembro de 2018

Luís Filipe de Castro Mendes

António EscudeiroNOTA DE PESAR

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, lamenta a morte de António Escudeiro.

Nascido na cidade do Lobito, em Angola, a 2 de julho de 1933, o realizador de cinema e diretor de fotografia assinou filmes como “Kilas o Mau da Fita” (1980), “Os Demónios de Alcácer Quibir” (1976), o documentário “Separados Nós” (1999) ou a curta-metragem “Velocidade de Sedimentação” (2008). Membro honorário da Associação de Imagem Cinema e Televisão Portuguesa, António Escudeiro realizou ainda vários programas e documentários para a RTP.

Defensor da cultura portuguesa, reconhecido pela sua técnica e criatividade, foi diretor de fotografia de cerca de 45 curtas, longas-metragens e documentários e realizador de mais de 200 filmes publicitários.

António Escudeiro foi um cineasta completo e deixa um legado imenso ao cinema e audiovisual nacional. Muitas das suas obras enquanto realizador, bem como o seu trabalho de fotografia com diversos realizadores icónicos do cinema português, deram um contributo de relevo e de qualidade para a história da cinematografia em Portugal.

À Família, enviam-se sentidas condolências.

24 de setembro de 2018

Luís Filipe de Castro Mendes

JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO“PARTILHAR MEMÓRIAS” -Para um Futuro do Património

JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO

“As cidades fazem-se todos os dias. Umas envelhecem, outras tornam-se antigas.

Acontece o mesmo com as pessoas... o futuro instalou a sua distância naquilo que é o presente e a recordação é o que está depois do que foi vivido, como se fosse a memória a construir o dia de amanhã...” In Regresso ao Branco

Nos dias 28, 29 e 30 de setembro comemora-se por toda a Europa as “Jornadas Europeias do Património”(JEP) com o tema “Partilhar Memórias”.

O programa que se apresenta vai ao encontro do tema proposto e espelha ainda os princípios da Convenção – Quadro de Faro, onde o património é concebido de uma forma mais abrangente, holística, integrando não apenas os elementos patrimoniais físicos ou intangíveis reconhecidos oficialmente, mas também os elementos que são valorizados e reconhecidos pelas comunidades.

Pretende-se que todos, incluindo a comunidades se sintam integrados no desenvolvimento de projetos culturais com abordagens mais participativas e colaborativas, no sentido de que as memórias e heranças culturais são recursos importantes para o diálogo e debate democrático, funcionando ainda como instrumentos de promoção da qualidade de vida e bem-estar das pessoas, comunidades e sociedades.

Projetos realizados pelas comunidades, como uma nova “rosa dos ventos” a construir pelas crianças na Fortaleza de Sagres, a partilha de memórias ancestrais ligadas ao templo de Guadalupe, ou a sensibilização para uma arte artesanal - a destila do medronho – que depende de um Património Natural tão sensível como o da Serra de Monchique, que muito recentemente colocou muitos de nós “de olhos postos” na serra e de luto pela perda de tão valiosíssimo bem.

A pensar em Todo este Património que queremos preservar a D.R. de Cultura do Algarve apresenta:

1. A programação das JEP abre com projeto “Cachecol que abraça Portugal”, mostra a inaugurar na Fortaleza de Sagres, no dia 28 de Setembro, às 10 horas. Este é um projeto pedagógico que nasceu no Jardim de Infância de Vila do Bispo, que pretende reactivar uma tradição que se encontra em desuso (o tricot). O projeto cresceu, chegou a outras escolas, lares e famílias do país, cruzou fronteiras, voou e navegou para outros países europeus. Agora regressa a casa, ao mesmo concelho que o viu nascer, enriquecido com novos cachecóis, com outros “saberes” provenientes de outras mãos, de países de paragens distantes.

A “Rosa dos Ventos” na Fortaleza de Sagres foi o motivo de inspiração dos vários trabalhos que agora se apresentam neste monumento e uma nova “rosa dos ventos” será re- inventada pelas mãos das crianças do Jardim de Infância e feita com o contributo de todos. Projeto da autoria de Lina Nascimento - JI de Vila do Bispo/Agrupamento de Escolas de Vila do Bispo e conta com a colaboração da Câmara Municipal de Vila do Bispo.

2. “Noites Fantásticas em Guadalupe”, um projeto da Vicentina Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste, terá lugar na Ermida de Nª Sra de Guadalupe no dia 29 de Setembro, das 20h30 às 22h30. Um espetáculo de Spoken Word, com Napoleão Mora, música e performance de SICKONCE (Rafael Correia) e Ed Hoster (Edgar Valente), onde o público será convidado a refletir sobre a importância da existência do nosso património. Projeto que conta com a participação especial do Grupo Coral da Santa Casa da Misericórdia de Vila do Bispo. Adivinha-se mais uma Noite Fantástica, uma Noite de Evocação aos Sentidos e às Memórias deste Lugar.

3. Explorando o espaço das Ruínas Romanas de Milreu, no dia 29 de setembro, pelas 19h, acompanhando o pôr do sol, será apresentada a produção “Regresso ao Branco”. Percorrendo um percurso temático, seguido por uma instalação sonora, o público terá oportunidade de explorar o Monumento de uma forma diferente, enquanto as personagens, um coral feminino e crianças irão tecendo entre si os fios de uma filigrana que as confrontará com o espelho do tempo, com o espírito do lugar.

“Regresso ao Branco” é uma co- produção entre a Associação Música XXI, o Teatro DoisMaisUm, o Coral “Outras Vozes” e o Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa. Tem a autoria de Ana Oliveira e a encenação de António Gambóias.

4. O filme “Medronho Todos os Dias - Unedo Omnes Dies” de Sílvia Coelho e Paulo Raposo, irá encerrar a Mostra de Cinema documental “Um Mar de Filmes!” nos Monumentos Megalíticos de Alcalar no dia 29 de setembro, pelas 21 horas.

Este filme acompanha o saber singular do processo de produção da aguardente de medronho e a sua presença por toda a região de Monchique, Algarve, através da voz (e do corpo) dos destiladores que prolongam esta arte artesanal. O seu isolamento na serra e o seu paciente labor revelam uma noção particular do tempo e esforço inseparáveis do enraizamento ancestral deste conhecimento empírico. Conta com a participação especial do Grupo Coral da Confraria do Medronho “Os Monchiqueiros” e inclui prova de Medronho. “Um Mar de Filmes!” é um projeto do Rizoma Lab - Associação Cultural

Para mais informações: mardefilmes.rizomalab.pt

Vídeo-teaser https://www.youtube.com/watch?v=4c_Kc6Eu8R4

 

No dia 30 de setembro a entrada nos Monumentos será gratuita.

 

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