• Estação Romana da Quinta da Abicada

    Estação Romana da Quinta da Abicada

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar - edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – interior do edifício tumular "Alcalar 7"

  • Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

    Monumentos Megalíticos de Alcalar – "Um dia na pré-história"

  • Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

    Castelo de Aljezur – Torre semi-cilindrica

  • Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

    Castelo de Aljezur – Muralha e acesso

  • Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

    Ermida de N.S. de Guadalupe e Casa rural

  • Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

    Panorâmica da exposição no interior da Casa rural

  • Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

    Castelo de Loulé – "Música nos Monumentos"

  • Torreões do Castelo de Loulé

    Torreões do Castelo de Loulé

  • Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

    Ruínas Romanas de Milreu – Casa rural

  • Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

    Ruínas Romanas de Milreu – Pormenor de mosaico

  • Castelo de Paderne

    Castelo de Paderne

  • Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

    Castelo de Paderne – Ruína da Ermida de N.S. da Assunção

  • Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

    Ruína da Ermida de N.S. da Assunção - "Música nos Monumentos"

  • Fortaleza e Promontório de Sagres

    Fortaleza e Promontório de Sagres

  • Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

    Capela de N.S. da Graça – "Música nos Monumentos"

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Em Destaque

AÇÃO CULTURAL EXTERNA 2018AÇÃO CULTURAL EXTERNA 2018

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, e o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, estarão presentes, hoje, na sessão de apresentação do Programa Indicativo Anual da Ação Cultural Externa 2018, que se realiza pelas 16h00, no Auditório do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P.

A Direção-Geral das Artes integra este programa, lançado pelo Governo no dia 5 de janeiro de 2017, vendo assim reforçado o seu papel na prossecução de políticas culturais públicas conducentes à promoção externa das artes, através da realização dos programas de Apoio à Internacionalização e da representação portuguesa em eventos e projetos internacionais nas diversas áreas artísticas tuteladas, em articulação com as políticas públicas de internacionalização nas áreas do ensino superior e da ciência e tecnologia e em estreito contacto com o Instituto Camões, a AICEP e o Turismo de Portugal, dando continuidade aos contactos e parcerias já estabelecidos noutras ocasiões, quer no âmbito dos concursos de Apoio às Artes quer em relação à divulgação da sua atividade. 

O programa de Ação Cultural Externa - que, em 2017, foi desenvolvido em 9 eixos temáticos que interligam áreas como a cultura e cidadania, inovação, interculturalidade, migrações e inclusão - pretende promover a ação cultural externa reforçando a sua coerência e coordenação, através da integração, de forma transversal, das políticas públicas prosseguidas nas várias áreas tuteladas pelos Membros do Governo e Institutos que imprimem, através da sua ação, uma participação nos esforços de internacionalização da cultura portuguesa. 

Nesse sentido, os Ministros dos Negócios Estrangeiros e da Cultura nomearam, por despacho conjunto, um grupo de contacto permanente constituído por representantes dos Gabinetes do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Ministro da Cultura, Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Secretário de Estado da Cultura, e do Instituto Camões, AICEP e Direção-Geral do Tesouro e Finanças, do Gabinete de Estratégia Planeamento e Avaliação Culturais e da Direção-Geral das Artes, com a missão de assegurar o acompanhamento da elaboração e execução do programa indicativo anual de ação cultural externa, de acordo com um conjunto de orientações que visam melhorar a consistência interna, a articulação externa, a comunicação pública e a avaliação dos resultados e impactos dos programas de cooperação internacional, de internacionalização, de promoção externa da cultura portuguesa e, ainda, no domínio da cultura e desenvolvimento. 

As linhas gerais da «Política Cultural Externa» foram pela primeira vez apresentadas pelos Ministros dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, e da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, no Seminário Diplomático 2017, que decorreu  no Museu do Oriente em maio de 2017. 


Mais informações:
Despacho que cria o grupo de contacto permanente e define as linhas plurianuais de orientação da ação cultural externa portuguesa
https://dre.pt/application/file/a/105694082

Resolução do Conselho de Ministros que determina as orientações gerais a adotar pelos diversos serviços, dentro das suas competências, no âmbito da ação cultural externa
https://dre.pt/application/conteudo/75784201

José Nuno da Câmara PereiraNOTA DE PESAR

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, lamenta profundamente a morte do artista José Nuno da Câmara Pereira.

Com uma obra pautada por uma incessante renovação, José Nuno, nome pelo qual era conhecido no meio artístico, iniciou a sua carreira no ano de 1974, com uma exposição individual na Galeria Ottolini, em Lisboa. O espírito desse tempo revolucionário parece ter firmado uma inquietação criativa e um certo apelo à experimentação que o levou a trabalhar proficuamente no campo da pintura, da escultura, da instalação, do vídeo.

No seu percurso, salientaríamos igualmente o papel de pedagogo, cultivado pela docência no Instituto de Arte e Decoração – IADE, no Arco – Centro de Arte e Comunicação Visual, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, e ainda os galardões com que foi agraciado, como o prémio de instalação, no âmbito da III Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian ou o primeiro prémio na exposição AICA-Philae, realizada na Sociedade Nacional de Belas-Artes, ambos em 1986.

Na fragmentação e na efemeridade com que foi construindo a sua produção, surgem ainda assim, permanências ou valores estéticos constantes como a evocação de elementos naturais - a terra, o fogo, a água – que tão claramente emanavam das suas origens açorianas, e uma atenção particular aos processos de evolução das substâncias, de entropia dos materiais, de caos do mundo. Sublinhadas por José Luís Porfírio, no contexto da vasta exposição retrospetiva que organizou da sua obra, deixamos as palavras de José Nuno: «o que eu pretendo é entrar verdadeiramente no tempo da formação do universo.»

À família enviam-se sentidas condolências.

Luís Filipe de Castro Mendes
Lisboa, 17 janeiro, 2018

marlene MONTEIRO FREITAS

NOTA DE CONGRATULAÇÃO

MARLENE MONTEIRO FREITAS RECEBE LEÃO DE PRATA – DANÇA NA BIENAL DE VENEZA 2018

O Ministério da Cultura felicita a coreógrafa Marlene Monteiro Freitas pela distinção com o Leão de Prata na Bienal de Veneza, na categoria dança, naquela que é a primeira distinção para a dança portuguesa de um dos mais relevantes eventos internacionais para a criação contemporânea.

Nascida em Cabo Verde, Marlene Monteiro Freitas é uma das mais reconhecidas coreógrafas no plano europeu, com percurso singular onde a experimentação coreográfica se alia a um olhar meticuloso sobre os limites do corpo, da perceção e da relação entre simbólico e material.

Trabalhando num território de amplas contradições, o discurso de Marlene Monteiro Freitas tem permitido desenhar uma paisagem estruturada a partir de um desejo intenso de aproximação ao real.

Atenta ao detalhe, e procurando novos espaços de experimentação, ao longo do seu percurso, de Guintche (2010) a Jaguar (2015), por exemplo, compreendemos o modo como Marlene Monteiro Freitas foi desenhando um corpo em ferida, às vezes acossado como um animal – ou devedor de uma animalidade que não é senão um comprometimento com o presente, com a sua efemeridade e com a vontade de a contrariar. Distinta é ainda a sua abordagem à música, presença que decorre do modo como os corpos vão paradoxalmente fixando a invisibilidade e imaterialidade do movimento, e ao imaginário visual, onde a hibridez e a não-linearidade sustentam a possibilidade de inovação.

As suas criações têm circulado nacional e internacionalmente, e na sua mais recente criação, Bacantes – prelúdio para uma fuga, que teve a sua estreia no Teatro Nacional Dona Maria II, numa coprodução com o Teatro Municipal do Porto e os mais importantes festivais e teatros internacionais, como o Kunsten Festival des Arts (Bruxelas), o Festival d’Automne (Paris), e Athens & Epidaurus Festival (Atenas), Marlene Monteiro Freitas enfrentava os princípios trágicos de Eurípides para um tour de force sobre a hierarquia, o destino e a falha humana.

Formada na Escola Superior de Dança, em Lisboa, passou ainda pela PARTS (Bélgica), além de ter sido intérprete em projetos assinados por Loic Touzé, Tânia Carvalho, Boris Charmatz ou Tiago Guedes. Atualmente diretora artística da estrutura P.O.R.K., Marlene Monteiro Freitas fundou a companhia Compass, em Cabo Verde, e assinou Jaguar (com Andreas Merk, 2015), De Marfim e de Carne – As estátuas também sofrem (2014), Paraíso – Coleção Privada (2012-13), (M)imosa (co-criada com Cecilia Bengolea, François Chaignaud e Trajal Harrell, 2011), Guintche (2010), A Seriedade do Animal (2009-10), Uns e Outros (2008), A impossibilidade da certeza (2006), Larvar (2006), Primeira Impressão (2005).

O Ministério da Cultura felicita ainda a coreógrafa norte-americana Meg Stuart, distinguida com o Leão de Ouro na mesma categoria, cujo percurso se cruza com a história da dança contemporânea portuguesa desde 1991, quando assinou Disfigure Study, com os coreógrafos e intérpretes Francisco Camacho e Carlota Lagido.

Luís Filipe de Castro Mendes

Lisboa, 17 janeiro, 2018

Ermida de Guadalupe - visita guiadaEm 2017 os Monumentos afetos à Direção Regional da Cultura do Algarve registaram o maior número de visitantes dos últimos 20 anos

O total de visitantes dos Monumentos afetos à Direção Regional da Cultura do Algarve com controle de entradas, que incluem a Fortaleza de Sagres, a Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe, os Monumentos Megalíticos de Alcalar e as Ruínas Romanas de Milreu, voltou a registar, em 2017, um aumento na ordem dos 19,62%. Foram mais 72.375 visitantes do que em 2016, somando um total de 441.276 entradas.

A Fortaleza de Sagres, que em 2017 completou 20 anos de abertura ao público, assinalou, igualmente, o melhor ano de afluência de visitas, consolidando a sua posição como um dos grandes monumentos nacionais.

Como é natural, nestes espaços patrimoniais, são os estrangeiros quem mais afluem, numa percentagem 82,87% contra 17,13% de nacionais.

Esta tendência foi contrariada nos Monumentos Megalíticos de Alcalar em que o número de nacionais a este lugar (50,90%) supera os estrangeiros (49,10%).

O projeto de dinamização e valorização dos Monumentos – DiVaM –, este ano na sua 4ª edição, tem contribuído, igualmente, para um maior afluxo de entradas nos Monumentos, particularmente, das populações de proximidade e de alunos das escolas, com o aumento de 57,78% de visitas de alunos das escolas, comparativamente a 2016.

Estes valores são gratificantes para todo o corpo técnico da Direção Regional de Cultura do Algarve e para os coordenadores e colaboradores destes espaços, que em conjunto, vêm trabalhando na sua melhoria e valorização, procurando ultrapassar as várias limitações que se têm verificado e encontrando meios de financiar e requalificar os monumentos que incluem candidaturas, mecenato e parcerias com outras entidades.

Conforme mensagem da Senhora Diretora Regional, Prof.ª Doutora Alexandra Gonçalves, na sua comunicação de boas-vindas a este ano, que agora começa, “a gestão e o planeamento das actividades da Direção Regional da Cultura do Algarve continuarão um caminho de empenho e dedicação. Neste compromisso com a missão, a visão e os valores deste organismo, o lema continuará a ser: “Cultura e património no Algarve, valores a reforçar e a democratizar”.

Apoio à ação culturalApoio à Ação Cultural 2018

Candidaturas abertas no período compreendido entre 22 de janeiro e 31 de agosto.

Consulta de regulamentos e formulário de candidatura aqui

Logo DiVaMCandidaturas até 15 de fevereiro

A Direção Regional de Cultura do Algarve vem informar que se encontram abertas as candidaturas para a programação do DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – para o ano de 2018, de acordo com o seguinte tema:

“Património – Que Futuro?”

Mais se informa que a verba a disponibilizar para o apoio ao programa DiVaM 2018 apresenta um tecto máximo de 55 mil euros e que serão integrados 30 projetos/atividades culturais, como máximo, que serão organizados (a título indicativo) da seguinte forma:

  • Castelo de Aljezur: 2 ações
  • Fortaleza de Sagres: 9 ações
  • Ermida de Nª Sra de Guadalupe: 7 ações
  • Monumentos Megalíticos de Alcalar: 3 ações
  • Castelo de Paderne: 2 ações
  • Castelo de Loulé: 1 ação
  • Ruínas Romanas de Milreu: 6 ações

Para mais informações consulte os documentos em anexo:

- Normas regulamentares

- Formulário de candidatura

 

Compromisso com a Cultura (2018)

Melhorar e avançar na democracia cultural tem sido um importante desígnio dos últimos 4 anos da Direção Regional da Cultura do Algarve.

O Ano de 2017 foi um ano particularmente trabalhoso, com condicionantes por vezes externas à nossa ação, que determinaram os resultados alcançados, dos quais fazemos um balanço positivo.

Este é o momento de agradecer todo o esforço efetuado. Verificou-se um aumento significativo de visitantes dos monumentos afetos à Direção Regional de Cultura do Algarve e estamos hoje em condições de reconhecer que este será o melhor dos últimos 20 anos, em termos de visitantes e de receitas, nos monumentos afetos. Estes fatos devem-se em grande parte à conjuntura geral positiva do turismo, mas também ao esforço continuado de se promover, valorizar e programar para os nossos espaços. Esta tendência de crescimento foi alargada a todos os monumentos, pelo que, deixamos publicamente o reconhecimento expresso aos colaboradores da Direção Regional de Cultura, pelo acompanhamento e empenho dedicados ao melhor funcionamento dos mesmos.

Sobre o ano que ai vem, continuará a ser essencial o aperfeiçoamento dos mecanismos de planeamento e a gestão rigorosos do nosso trabalho. Há 4 obras em curso, com expetativa de que uma quinta se venha a concretizar, assim como, existem 3 candidaturas em avaliação no âmbito das acessibilidades dos monumentos. O CRESC2020 e as obras e projectos em curso merecerão, por isso, uma atenção reforçada. Outros projectos previstos merecerão igual atenção, tais como: o DiVaM, a Marca do Património Europeu, os Lugares de Globalização, o Projecto INTERREG FORTOURS, a Plataforma das Artes e Cultura, a dieta mediterrânica e o património cultural imaterial, as lojas com História, a concretização dos projectos do Orçamento Participativo, o EAGrants, as intervenções com vista à Acessibilidade nos Monumentos, os apoios à ação cultural, os apoios à edição, o Prémio Maria Veleda, assim como, a prossecução dos protocolos subscritos, a elaboração das ZEP e dos seus regulamentos, entre outros.

Esta é também uma ocasião para relembrar que 2018 é o Ano Europeu do Património Cultural e que há uma agenda de programação em curso, que terá uma expressão regional. Esta é uma oportunidade que nos ajudará a promover o Algarve cultural para além de si e do seu território.

Espera-nos assim um esforço de equipa, de parcerias e de trabalho em rede, pelo que contamos com todos. Acreditamos tal como Hannah Arendt que: A ação e o discurso são os modos pelos quais os seres humanos se manifestam uns aos outros.

A gestão e o planeamento das actividades da Direção Regional da Cultura do Algarve continuarão um caminho de empenho e dedicação. Neste compromisso com a missão, a visão e os valores deste organismo, o lema continuará a ser: “Cultura e património no Algarve, valores a reforçar e a democratizar”.

Votos de um ano de 2018 cheio de sucesso e muita alegria, paz e saúde para todos.

Alexandra Gonçalves

Diretora Regional

Madalena InglésiasNOTA DE PESAR

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, lamenta profundamente a morte da cantora Madalena Iglésias.

Marcante para uma geração, Madalena Iglésias venceu o Festival da Canção em 1966 com a música “Ele e Ela”, de Marco Canelhas. Destacou-se em Espanha, onde concorreu em diferentes festivais internacionais. Representou Portugal no festival de Benidorm, em 1962, e venceu o de Aranda del Duero, em 1964. Antes disso, em 1960, tinha sido eleita na televisão espanhola, por votação popular, a “Rainha da Rádio e da Televisão”.

A sua carreira internacional foi marcada ainda por digressões à América do Sul. "Um caminho percorrido com entusiasmo, alegria, êxitos e algumas nuvens". Assim se referiu Madalena Iglésias à sua carreira, na abertura da sua fotobiografia, numa reveladora síntese do legado que nos deixa.

À família enviam-se sentidas condolências.

Luís Filipe de Castro Mendes

Lisboa, 16 janeiro, 2018

DeclaraçãoDECLARAÇÃO ANUAL PARA APOIOS FINANCEIROS A ATRIBUIR EM 2018

A DGARTES publica pela 1ª vez uma declaração anual, prevista no  Decreto-Lei n.º 103/2017, de 24 de agosto, que estabelece os programas de apoio a abrir no ano seguinte, e respetivo prazo limite de abertura, antecipando informação essencial às entidades que procuram apoio financeiro para a realização de projetos artísticos profissionais.

Os apoios financeiros previstos atribuir no ano de 2018, visam fomentar a criação, produção e difusão das artes através do incentivo a diversas áreas disciplinares e domínios de atividade; promover a articulação das artes com outras áreas setoriais e valorizar a fruição artística enquanto instrumento de correção de assimetrias territoriais e de desenvolvimento humano, social, económico e cultural.

Podem ser apoiados projetos na área das artes performativas (que incluem o circo contemporâneo e as artes de rua, a dança, a música e o teatro), na área das artes visuais (arquitetura, artes plásticas, design, fotografia e novos media) e área de cruzamentos disciplinares.

Para aceder à legislação, registo de utilizador, avisos de  abertura e materiais de apoio, os interessados podem consultar o Balcão Artes.

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DECLARAÇÃO ANUAL
Conheça aqui a declaração anual.

dgartes - candidaturas abertas

Concursos ao Programa de Apoio Sustentado

Abriram os concursos para o Programa de Apoio Sustentado 2018-2021, nas modalidades Bienal e Quadrienal, para as seguintes áreas:

- Artes Visuais: arquitetura, artes plásticas, design, fotografia e novos media;
- Cruzamentos Disciplinares;
- Artes Performativas: Dança;
- Artes Performativas: Música.

Amanhã abrem os concursos para:
- Artes Performativas: Teatro
- Artes Performativas: Circo Contemporâneo e Artes de Rua.

Mais informações no Balcão Artes, em

www.dgartes.gov.pt/pt/ebalcao/112

Logo Diário da RepúblicaApoios financeiros do Estado às artes visuais e performativas

Decreto-Lei n.º 103/2017

Estabelece o regime de atribuição de apoios financeiros do Estado às artes visuais e performativas

 

Route

UMAYYAD Route

MELHORIA DA COESÃO TERRITORIAL MEDITERRÂNICA ATRAVÉS DA CONFIGURAÇÃO DE UM ITINERÁRIO TURÍSTICO-CULTURAL.